ALMEIDA - VILA HISTÓRICA

sábado, 26 de março de 2011

Recursos hídricos em Portugal

Recursos hídricos em Portugal

A irregular distribuição dos recursos hidricos no nosso país está relacionada com a também irregular distribuição das zonas de maior precipitação que constituem zonas de relevo montanhoso. O escoamento da precipitação contribui para o aumento dos caudais dos rios e dos lençóis subterâneos, sendo portanto natural que as zonas áridas e com pouca vegetação, que têm em consequência disso reduzidos níveis de precipitação, tenham uma disponibilidade de recursos hídricos muito inferior às zonas montanhosas. Sendo o território do Norte e Centro de Portugal tendencialmente montanhoso, e o do Sul tendencialmente plano e com vegetação mais reduzida, verifica-se uma assimetria Norte-Sul na distribuição dos recursos hídricos.

O Plano Hidrológico Espanhol tem bastante influência na variação dos caudais dos rios luso-espanhóis uma vez que ao prever a construção de barragens e transvases nesses rios pode provocar uma diminuição drástica dos caudais dos mesmos, afectando a disponibilidade de água doce em Portugal e tendo inúmeras implicações ambientais e económicas. Daí que o Plano Hidrológico Espanhol devesse ter em conta o português e estar coordenado com este, de forma a garantir uma equidade no acesso a este recurso fundamental à sobrevivência das populações e ao desenvolvimento da actividade económica.

O Alqueva assume uma importância enorme no desenvolvimento do Alentejo na medida em que constituiu a "única" fonte de água numa distância considerável. Através da barragem do Alqueva, toda uma zona massacrada pela seca nos últimos anos poderá finalmente percorrer o caminho do desenvolvimento, pois as disponibilidades de água aumentam, o que se traduz em benefícios para as populações e para a agricultura (maior irrigação dos solos e melhores sistemas de rega que permitem o desenvolvimento de novos tipos de agricultura).

A construção de grandes barragens apresenta inúmeras vantagens, entre as quais o aumento da disponibilidade dos recursos hídricos através de um aumento do armazenamento de água e a possibilidade da sua utilização na produção de energia e utilização para fins lúdicos. Porém, apresenta também alguns inconvenientes, nomeadamente para a biodiversidade, na medida em que pode contribuir para a redução do número de efectivos de uma espécie, ou mesmo levar à sua extinção, quer porque as barragens constituem obstáculos às migrações e livre circulação dos animais, quer porque, contribuindo para uma redução dos caudais dos rios, provocam uma descida do nível das águas a jusante.

terça-feira, 8 de março de 2011

Recursos Hídricos - 1

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

RIOS DE PORTUGAL

Mogadouro, Rio Sabor - ponte de Remondes

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

No Espaço a estudar o clima na Terra Expresso pt

Porquê estudar a estrutura da população?

estrutura-da-populacao
Conhecer a estrutura da população sob todos os aspectos possíveis (profissional, etário, educacional etc.) é da maior importância para qualquer governante ou dirigente responsável pelo planeamento sócio-económico de uma nação, bem como pelas suas projeções a médio e a longo prazo.
Saber qual a estrutura etária e a força de trabalho atual e suas projeções para o futuro é, sem dúvida, fundamental para qualquer plano de governo, isto é, para poder afectar de uma maneira mais racional os recursos disponíveis.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Características climáticas de Portugal

sábado, 10 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

fotos de serra amarela

sexta-feira, 11 de junho de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

Alargamento da U.E.- Cepticismo

O PORTAL DA U.E. _ consulte


Uma das primeiras prioridades da União Europeia após o alargamento é elevar os níveis de vida dos países que aderiram em 2004 (Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa), bem como da Bulgária e da Roménia, até serem equiparáveis aos do resto da União Europeia.

Actualmente, as economias dos países que aderiram à União Europeia desde 2004 estão a crescer mais depressa do que as dos outros países, com o consequente aumento da prosperidade, criação de novos empregos e desenvolvimento de novos mercados para bens e serviços do resto da União Europeia. As diferenças entre os níveis de vida na União Europeia estão a esbater-se, com o PIB per capita (um indicador de riqueza) de países como Chipre e a Eslovénia a aproximar-se da média da União Europeia

quinta-feira, 1 de abril de 2010

LIGAÇÕES FERROVIÁRIAS AO PORTO DE AVEIRO


IMPORTÂNCIA DESTAS LIGAÇÕES PARA A CRIAÇÃO DE UMA CADEIA INTERMODAL DE TRANSPORTES

segunda-feira, 29 de março de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PDM_ PLANO DIRECTOR MUNICIPAL

O Plano Director Municipal  deverá ser o instrumento coordenador e mais privilegiado da política de ordenamento do território e de gestão dos espaços componentes do Município e a sua aplicação deverá visar, fundamentalmente, que os anseios e vontades das populações sejam consideradas e satisfeitas dentro do que estiver adequado aos interesses nacional e municipal. O objectivo fundamental do P.D.M., para além da definição das regras para a ocupação, uso e transformação do solo, é o de apoiar a política de desenvolvimento económico e social que a dinâmica dos munícipes justifica e exige, determinando as carências habitacionais e adequando as soluções duma política de habitação às necessidades encontradas e fornecendo, enfim, os indicadores enquadrantes de toda a política municipal na elaboração dos Planos de Actividade para os próximos cinco a dez anos.

Como regulamento administrativo que é, o P.D.M. é, simultaneamente, instrumento de emancipação do município relativamente ao Poder Central do Estado na gestão do solo abrangido e, por isso, também é normativo responsabilizante dos órgãos municipais e dos munícipes na aplicação dos princípios e regras que nela são propostas.
 
A. Xavier

PLANEAMENTO URBANÍSTICO

Ordenar, enquanto visão global de um território, planear dando forma a acções e estratégias de concretização da referida visão, gerir a construção quotidiana do território em conformidade com os instrumentos de planeamento são três palavras que, de uma forma genérica mas abrangente e coerente, caracterizam o domínio do urbanismo.
Assumindo-se como passo intermédio na estruturação do crescimento e desenho do território, como ponte entre um conceito e uma actividade, o planeamento urbanístico, nas suas componentes física e sócio-económica, afigura-se a conformção de instrumentos de análise, desenvolvimento e regulação, materializados em documentos operativos. De escalas variáveis, entre o nacional e o local, o planeamento urbanístico surge como a actividade que, recorrendo-se dos meios correspondentes - políticas, projectos, planos, programas - se debruça sobre acções a desenvolver na concretização da visão estratégica e abrangente do território, primeiro passo para a sua (e respectiva) caracterização e qualificação.

A. XAVIER

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A VIDA NA CIDADE

COMENTA A SEGUINTE FRASE:
"A cidade que, por definição, deveria ser um sinónimo de cultura e civilização é, afinal, fenómeno de desumanização e de degradação"